Vamos rir de tudo o que acontece em nossa volta, seremos irônicos, seremos sarcásticos, seremos críticos, jamais intelectualóides que para mim, são piores que imbecilóides.
Ajoelhou, agora reze!
Veio aqui buscar não sei o que, não há nada de interessante aqui, só veio perder seu tempo, desligue o computador e vá ler um livro.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
"Su-cinto há-trito!"
Morte, própria morte, já desenhei várias vezes, a planejei como uma estratégia de guerra. Covardia, recuei, por não ser um bom plano, mas lá vou eu, mais uma vez. Lápis e papel em mãos em busca do plano perfeito.
Um dia ainda saio daqui, onde estou? Para aonde vou?
Não tenho quem queira me ouvir
Não tenho quem queira me entender.
Fico em meu quarto, desejando algum lugar.
Quero fugir, mas para aonde devo ir?
Não tenho um destino,
Não tenho alguém me esperando,
Não tenho nada.
Minha vontade de sumir é tamanha que às vezes,
Na maioria delas, torna-se desejo de morte.
Assim, morto, não sentiria angústia.
Sentado, na cama, sobre as mão, luz apagada.
Sinto frio, a lágrima que brota em meus olhos me queima a face,
Meus pensamentos agridem minha mente,
Meu murmúrio dilacera minha garganta,
Eu não sei o que fazer, fico aqui, agonizando.
Onde está quem? Onde está alguém?
Na ausência de resposta a saída é a fuga, para onde vou fugir?
Na ausência de resposta a saída é a falta.
Falta do que não tive, do que não tenho, do que jamais terei.
A saída... Há saída?
Pensamentos vagos vêm e vão
Girando sempre em torno de uma questão
A resposta é sempre a mesma,
Morte, automorte!
Não tenho quem queira me entender.
Fico em meu quarto, desejando algum lugar.
Quero fugir, mas para aonde devo ir?
Não tenho um destino,
Não tenho alguém me esperando,
Não tenho nada.
Minha vontade de sumir é tamanha que às vezes,
Na maioria delas, torna-se desejo de morte.
Assim, morto, não sentiria angústia.
Sentado, na cama, sobre as mão, luz apagada.
Sinto frio, a lágrima que brota em meus olhos me queima a face,
Meus pensamentos agridem minha mente,
Meu murmúrio dilacera minha garganta,
Eu não sei o que fazer, fico aqui, agonizando.
Onde está quem? Onde está alguém?
Na ausência de resposta a saída é a fuga, para onde vou fugir?
Na ausência de resposta a saída é a falta.
Falta do que não tive, do que não tenho, do que jamais terei.
A saída... Há saída?
Pensamentos vagos vêm e vão
Girando sempre em torno de uma questão
A resposta é sempre a mesma,
Morte, automorte!
Um grande abacaxi amarelo.
Ouço com meus olhos
Enxergo com meus ouvidos
Falo com tua boca.
E não escuto nada!
E não vejo nada!
E não digo nada!
Enxergo com meus ouvidos
Falo com tua boca.
E não escuto nada!
E não vejo nada!
E não digo nada!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Dia de glória!
O Sol nasce
O Vento sopra
O Sol vai
A Lua vem
O Vento sopra
A Flor desabrocha
Neste dia de amanhã
Quero acreditar.
O Vento sopra
O Sol vai
A Lua vem
O Vento sopra
A Flor desabrocha
Neste dia de amanhã
Quero acreditar.
Os dias que virão.
Sentir o cheiro dos teus cabelos
Senti o abraço dos teus braços
Ter meus lábios tocados pelos seus
Esse dia glorioso vai chegar
Enquanto ele não chega
Viverei para ele
Pensando em você
No dia em que este dia chegar.
Transbordo de esperança e desejo.
Espero esse dia chegar
Desejo você
Vivo o hoje
Viverei o amanhã
Viverei o depois de amanhã
E o outro dia
E além do outro dia
E o outro...
E o outro e o outro
Esperando este dia chegar.
Encontro-te neste dia.
Senti o abraço dos teus braços
Ter meus lábios tocados pelos seus
Esse dia glorioso vai chegar
Enquanto ele não chega
Viverei para ele
Pensando em você
No dia em que este dia chegar.
Transbordo de esperança e desejo.
Espero esse dia chegar
Desejo você
Vivo o hoje
Viverei o amanhã
Viverei o depois de amanhã
E o outro dia
E além do outro dia
E o outro...
E o outro e o outro
Esperando este dia chegar.
Encontro-te neste dia.
Deus e o Diabo.
Capitalismo: Sistema raramente cruel onde há certa liberdade individual.
Socialismo: Sistema cruelmente burocrático onde há extremo controle do indivíduo.
Socialismo: Sistema cruelmente burocrático onde há extremo controle do indivíduo.
domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
Hiato existencial.
Hiiiiiiiiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaatoooooooooooooooooooooo Eeeeeeeeeeeeeeeeeexi[zisssssssssssssssssssssssssssss]ten[têmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm]ciiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaal[uuuuuuuuuuuuuuuuuu].
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